Ponto de Ordem

A MORTE DE NANDÓ

Victor Aleixo
victoraleixo12@gmail.com

A notícia da morte de Fernando Dias dos Santos, Nandó, abalou-nos sobretudo por ser repentina e aparentemente nada que existia na sua saúde permitia o sucumbir-se na manhã de 18 de Dezembro de 2025. Nandó, disseram-me políticos próximos a ele, estava decidido a continuar a servir o seu Povo, o seu País na luta pelo desenvolvimento sustentável, não importa como e quando mas ele era um presidenciável e um patriota capaz de liderar o povo angolano,não importando as opções partidárias,de credos, de cor e tribalismo.

Nandó morreu, dizem-nos que a doença escondida o apareceu e ordenou-lhe para desaparecer do mundo dos vivos! Será mentira, ficção ou verdade?

Tem a palavra os seus colegas, os seus detratores, os amigos, os inimigos,…enfim, os familiares dele,a esposa e filhos tem obrigação de colar as conjunturas várias, aquilatar presunções e verdades sobre o chefe da família, o patriota, o político sagaz e de repente morre.

É evidente que acontecem situações no nosso País inexplicáveis, desde fugas de Angola, estupro, violações de crianças e mulheres desprotegidas e até mesmo roubo e arrombamentos de empresas e instituições públicas como os bancos, mas a morte de Nandó prematuramente, na sua residência onde, por princípio, ele devia ter segurança atendendo pelo seu peso político do seu cargo, o Estado, traduzido ao seu apêndice, o governo deve ter a responsabilidade sobre si e outros que dirigem ou dirigiram organismos públicos. Não estamos acusar alguém mas devemos convir que dirigentes do País precisam de segurança quer na sua residência, escritório pessoal e oficial quer como andam, no País ou no estrangeiro.

Não pode ser que só um comunicado de participação de falecimento de um dirigente como Nandó, alguns elementos da Sociedade participarem no seu óbito, várias mensagens de condolências e acabou-se a situação. E a responsabilidade assume-se como não culpada?

Enfim, o nosso País tem tantas histórias por contar e até lá Vai com Deus companheiro Nandó.

Este é o meu preito.

Sobre o autor

figurasnegocios

Deixe um comentário