Angola não precisa inventar grandeza, precisa apenas organizar o poder que já tem.
O país está sentado sobre uma das bases de recursos mais ricas do mundo: petróleo, diamantes, gás, ferro, ouro, lítio, cobre, fosfatos e terras raras.
Mas o verdadeiro poder está na geografia, entre o Atlántico e o coração de África.
A nova disputa global não é apenas por território, mas por rotas, recursos e influência.
O Corredor do Lobito é o símbolo do futuro, uma linha férrea que transforma Benguela no centro da integração económica regional e Angola numa potência de ligação entre o interior africano e o mercado mundial.
A geopolítica do futuro será decidida por quem souber usar os recursos com inteligência estratégica.
E Angola, se unir visão, juventude e soberania económica, tem tudo para se tornar o centro de gravidade da África Austral.


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