O STAR Mundo estreiou recentemente uma nova edição de “Tropa d’Os Tuneza” agora numa versão especial “All Stars”, com nove humoristas de Angola e Moçambique, que voltam a disputar o título de “Rei do humor”.
Esta edição reúne finalistas e semi-finalistas de temporadas anteriores, os melhores dos melhores, num formato que reforça o intercâmbio cultural e a aposta na produção televisiva nacional. Como habitual, o grande vencedor tem reservado um prémio de 1 milhão de kwanzas.
A temporada apresentou seis concorrentes angolanos: Fraldas, Kapuete, Richa Gago, Armando Caxinganeca, Eddy Maliano e Simeão. E três moçambicanos: Bruno Belchior, Borges Makwakwa e Menezes Akela Gargalhada. O elenco desta temporada tem trajectórias consolidadas no humor com espectáculos ao vivo, conteúdos de sucesso nas redes sociais e projectos criativos que ganharam escala nos últimos anos. Para os artistas, a participação marca um novo ciclo profissional, com exposição televisiva ampliada e novas possibilidades no sector.
A produção manteve o formato habitual do concurso. Os nove concorrentes são distribuídos em três grupos. De cada grupo saem três semifinalistas, que se encontram para disputar a semifinal, de onde são apurados os dois finalistas.
Com a mentoria e orientação d’Os Tuneza, o programa continua a ser uma referência para o humor televisivo produzido em Angola. “A edição All Stars cria uma linha directa entre as temporadas anteriores e a maturidade destes concorrentes. Porque “star que é star, regressa ao STAR Mundo”. Estes concorrentes voltam com mais experiência, maior domínio técnico e outro entendimento do público. Com esta oportunidade têm maior visibilidade e nós conseguimos dar alguma mentoria a estes novos talentos na área do humor”, afirma Orlando Kikuassa.
A presença moçambicana acrescenta diversidade artística e reforça a aproximação entre as duas indústrias culturais que se cruzam em espectáculos, conteúdos digitais e circuitos audiovisuais. O formato sublinha a importância de projectos capazes de valorizar talento local e de gerar impacto social com histórias, perfis e percursos que reflectem realidades urbanas partilhadas.
Esta temporada reforça a aposta na produção local como motor de desenvolvimento do sector cultural e artístico e amplia a circulação de talento entre Angola e Moçambique, um intercâmbio criativo que dá corpo a novas linguagens humorísticas, fortalece competências técnicas e abre espaço para a colaboração entre as duas culturas.



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