PONTO DE ORDEM

 
6 de October 2020 - às 05:45

SERVIR AO POVO OU SERVIR-SE DO POVO?

Proclamou-se o combate ao nepotismo, ao tráfico de dinheiro, enfim, a corrupção generalizada que ensombra o País pelo que as autoridades judiciais tornam-se activas para julgarem os depravadores do dinheiro legítimo do povo, uma actividade que se coaduna com os princípios democráticos ditados pela nossa Constituição, a lei mãe que nos rege.

 

As notícias veem em catadupa no palco da Sociedade angolana,mentirosas ou verdadeira ou assim/assim mas no fundo,informam que um grupo de marimbondos roubou o dinheiro do povo angolano.Quer dizer que os ontem dirigentes ou responsáveis do País foram apanhados hoje a locupletarem o dinheiro do povo.

Proclamou-se o combate ao nepotismo,ao tráfico de dinheiro,enfim,a corrupção generalizada que ensombra o País pelo que as autoridades judiciais tornam-se activas para julgarem os depravadores do dinheiro legítimo do povo,uma actividade que se coaduna com os princípios democráticos ditados pela nossa Constituição,a lei mãe que nos rege.

Desde 2013 as autoridades máximas do País prometeram a realização de eleições autárquicas que permitirão ao povo escolher os seus dirigentes locais e vale dizer  que os propósitos a encetar vão juntar-se a linha democrática que Angola persegue e urge que está ação realize imediatamente sem delongas porque o povo não pode esperar no fito de galgar caminhos para o desenvolvimento e a sustentabilidade do País.E nesse trilho estaremos a afastar os corruptos,os aproveitadores de lugares e outros quejandos que conformam a indisciplina e a desorganização do nosso meio.Sobretudo para os que nos governam ,o interessante é Servir ao Povo e não servir-se do Povo.

As notícias veem em catadupa no palco da sociedade angolana, verdadeiras, mentirosas ou assim assim, não interessa sobretudo aos cibernéticos mas é notícia sobre o roubo ou subtração ao erário público, de algumas pessoas que os fizeram responsáveis e dirigentes da nação e prestam ao serviço de locupletarem o dinheiro do povo.

Constantemente ouvimos, Lemos e escutamos notícias de este ou aqueloutro foi julgado pelos tribunais oficiais ou a Procuradoria Geral da República notificou o ministro, administrador ou cidadão sobrelevado em abastado e ou rico para justificarem a sua razão porque transacionam activos pertencentes ao povo angolano.

Alguma coisa mudou ao “nosso mundo”, o Presidente da República decretou o combate à corrupção e a moralização da sociedade porque desde ao alto ao baixo vivia-se no anormal vestido de normal. Soou o alarme e o poder judicial entrou em ação.

Na verdade, o combate à corrupção iniciou a caminhada com responsáveis e dirigentes dos governos Nacional e provinciais porque foi  (e?) nos executivos que realizaram-se façanhas inexplicáveis para o País.

A cultura política de Angola tem de galgar passos para a consolidação da democracia e aqui, vale lembrar, a realização de eleições autárquicas no País e urgente. No passado, em 2013, os dirigentes políticos prometeram-nos eleições autárquicas e até hoje não se realizou.

Oficialmente, não há uma data definitiva para o pleito mas sente-se já a preocupação quer da parte do executivo como das formações políticas no activo, de levar avante o processo pelo que acredito mesmo vai se realizar em 2021,impreterivelmente.

Portanto, na mira de servir ao povo e nunca servir-se do bem público, sobretudo quem nos governa no executivo, no judicial e legislativo, a atenção das eleições autárquicas pela solidificação da democracia em Angola. 

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