LEITORES

 
6 de maio 2017 - às 06:14

SEM BILHETE DE IDENTIDADE

Sou apologista de medidas duras e punidoras contra os esquemáticos no tratamento do bilhete de identidade nacional, quer nas conservatórias ou noutros locais onde se desenham essas ilegalidades.

 

Consegui registar-me e vou votar nas próximas eleições que se avizinham cumprindo desta forma o meu dever cívico de cidadão nacional. Acompanhei com muita atenção o envolvimento que se deu ao acto do registo eleitoral mas não compreendo porque não se aproveita esse embalo para se conseguir dar a possibilidade a todo angolano de poder ter o seu bilhete de identidade nacional. Esse é que deve ser o primeiro documento que o torna cidadão e é triste constatar hoje que são milhares de pessoas que não o possuem. Fala-se muito de novas técnicas, de medidas que se adoptam mas a grande verdade é que tratar o documento maior da nossa identidade como cidadão nacional emperrou. Aquí nesse "buraco" o esquema é que faz morada e só não compreendo como as autoridades do governo não aceitam essa realidade e agilizem medidas como as que se aplicaram em torno do registo eleitoral para se fazer desta actividade uma "festa" com resultados palpáveis.

Sou apologista de medidas duras e punidoras contra os esquemáticos no tratamento do bilhete de identidade nacional, quer nas conservatórias ou noutros locais onde se desenham essas ilegalidades. Trabalhemos com prazo e definamos que num horizonte temporal curto todo angolano possa ter o seu bilhete de identidade.

Márcio da Conceição - Luanda

 

O QUE SE  PASSA COM O ASA?

Desde há muito que sou um adepto fervoroso do ASA, uma equipa de grandes pergaminhos no panorama futebolístico nacional. Nos últimos tempos a equipa não respira saúde boa e vive épocas atribuladas, não fosse ela patrocinada pela companhia aérea nacional, a Taag. Se no ano passado salvou-se por um fio à despromoção, este ano as coisas estão feias e desde que começou o Girabola a equipa ainda não conheceu o sabor da vitória, mesmo depois de ter contratado um dos melhores treinadores nacionais, o João Machado.

Afinal, onde está o mal da equipa? Os adeptos fervorosos do ASA, que não são poucos,exigem explicação detalhada .

Francisco Dinis - Luanda

 

GESTÃO DE ENVOLVIMENTO

O termo é meu e não o fui copiar em nenhum clássico da literatura mundial, olhei e reflecti sim sobre a realidade do meu País e concluo que existem soluções internas para se colocar a governação e a sociedade mais unida e solidária. E o que proponho com a gestão de envolvimento? Precisamente a generalização de uma campanha nacional para a criação de pequenas ou micro empresas para serviços que até então têm sido feito, e mal, pelo Estado. Refiro-me concretamente à reparação de estradas, embelezamento de jardins, cobrança de água e luz, transgressões administrativas, etc. Temos milhares de cidadãos desempregados, muitos deles desmobilizados dos exércitos armados, podem ser aproveitados para o desenvolvimento, incentivando-os na criação de empresas que o Estado os financia com a garantia de devolverem o empréstimo de forma gradual. Isso é possível e faz-se com sentido patriótico aceitável, elegendo-se para o diálogo as associações profissionais credíveis, poucas, que já existem de forma que uma acção vestida de alto sentido nacionalista não seja vilipendiada por meia dúzia de aproveitadores. E, atenção, não estou a sugerir que o governo dê dinheiro à toa, como tem acontecido, enriquecendo alguns, mas que empreste com retorno para beneficiar muitos.

Pedro Pembele - Lobito

 

TIRADAS DA IMPRENSA

"As mulheres têm um pleito histórico de um equilíbrio na relação de género em todos os temas da sociedade".

Rodrigo Maia, Presidente da Câmara do Brasil in Revista Época

 

"O Brasil ainda é um País machista e a maior parte dos serviços domésticos, infelizmente, sobra para as mulheres. É justo que se aposentem antes".

Wagner Moura, actor brasileiro, contrário à reforma da Previdência no seu País

 

"Eu acreditava que,se diminuísse impostos,teria um aumento de investimentos. Eu me arrependo disso".

Dilma Rousseff, ex-Presidente do Brasil in Revista Época.

 

"Você quer um aperto de mão?" - Angela Merkel, Chanceler da Alemanha, ao encontrar-se com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trump não atendeu. Não fica claro se ele - famoso pelos efusivos apertos de mão que deu em outros governantes - ouviu o pedido da Chanceler.

 

BOCAS SOLTAS

O País está a viver um período difícil de restrição de energia decorrente de trabalhos atempadamente planificados para o aumento da potência energética que se necessita para um desenvolvimento harmonioso. Essa situação condiciona o normal desenrolar das actividades, sobretudo produtivas, mas é uma medida que se impõe na mira de se poder recuperar, por exemplo, o tecido produtivo do País, hoje muito penalizado, quer com a falta de energia como de água, dois ingredientes fundamentais para um funcionamento regular.Mas existem outros problemas que às vezes escapam das medidas governamentais que o mais comum do cidadão não deixa de denunciar,quando solicitado. Registamos alguns desabafos:

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""Já estamos mesmo a sofrer com essa inconstância de energia e água mas ficamos mais preocupados quando não assistimos a tomada de medidas enérgicas contra os aproveitadores da situação. Há corrupção nos serviços de fornecimento quer de água como de electricidade, em muitas zonas sobretudo em Luanda, há piquetes dessas empresas que recebem dinheiro para não fazerem restrições de energia nesta ou naquela zona. Os responsáveis máximos têm noção desse facto mas não actuam para se cumprir o ditado por eles instituído: o cabrito come onde está amarrrado.

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Da luz, seja já o que Deus quiser porque as promessas já são muitas e o problema eterniza-se, da água, fico preocupado com o cartel de mafiosos que se instalou no negócio de cisternas de águas onde já não são só angolanos mas também cubanos, chineses e outras cores. Por tudo e por nada pune-se a população mas não se faz nada contra esse cartel de perigosos! Tanta polícia, tantas estruturas de segurança para quê no País, se o crime campeia a todos níveis?

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É verdade, há zonas de Luanda que ficam muito tempo às escuras e outras que estão sempre a brilhar com muita electricidade e água a jorrar nas torneiras.Dá para dizer que aqui existem angolanos de primeira, de segunda e os de terceira, esses condenados a viver sempre na escuridão.

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O País tem de ser normal no comportamento do dia a dia dos cidadãos e para isso é intolerável que ante as fraquezas que o sistema ainda vai verificando, como é o caso da falta da Luz e da Energia, funcionários pagos com o dinheiro do Contribuinte se aproveitem para constituirem riqueza.

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Esse esquema é antigo, quer na água como na Luz e a entrada no negócio de vietnamitas, cubanos e outros de outras latitudes também já leva tempo e tem a conivência de altas Figuras quer da Edel como da EPAL, só nao sabe quem quer ignorar esses peca dos Capitais que se cometem diariamente. O País está infestado de esquemas e esquemáticos e oxalá que depois das eleições quem ganhar, venha com força para desmontar tudo isso que suja a imagem de Angola

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