MODA & BELEZA

 
2 de outubro 2016 - às 06:10

OS VISIONÁRIOS DA MODA EM ANGOLA

Introduzindo pela sua ousada abordagem à cor e com a mais fina selecção das tendências entre os destaques do desfile estavam o Afroprint (Wax Hollandais) os florais, o grafismo, as transparências e as texturas, dominaram por completo os looks urbanos capturando uma sensação de amplitude e escopo da renascença  da moda em Angola

 

Quer se trate de designers, ditadores de tendências, marcas ou mercados, as coordenadas da indústria da moda  em Angola estão a ser escritas por um grupo de profissionais com  capacidade de resiliência.

São intervenientes que estão a transformar não apenas as roupas, mas também quando e como estas são consumidas. Marcas emergentes e estabelecidas têm vindo a redefinir os contornos da estética “Angolana ”.

Destaques para Rose Palhares, Soraya da Piedade, Fiu_Negru, Nadir Tati, Allex Kangala, que estão a reenquadrar o que significa ser designer africano. Com muita visibilidade e projecção nas criações  que apresentam, na tarefa que assumem pelos Fashion Weeks no pais .

Introduzindo pela sua ousada abordagem à cor e com a mais fina selecção das tendências entre os destaques do desfile estavam o Afroprint (Wax Hollandais) os florais, o grafismo, as transparências e as texturas, dominaram por completo os looks urbanos capturando uma sensação de amplitude e escopo da renascença  da moda em Angola

A presenca em certames internacionais e as missões de prospeção frequentes ao estrangeiro colocam  os profissionais angolanos  focados no desenvolvimento  sustentável desta insdustria.

Como juntar Angola  à indústria da moda global? - Cheia de cultura, criatividade, talento, ambição e recursos naturais, mas atormentada por infra-estruturas precárias, pobreza, corrupção, proteccionismo, burocracia e instabilidade política, África é um tecido que nada tem de simples.

Os conceitos não são absolutos, tendem a ser subjetivos e dependentes da cultura ou grupo social, associações históricas, conotações culturais.

A criatividade e a ambição de África têm vindo a unir-se a grandes desenvolvimentos nas infra-estruturas, transformando-a numa séria candidata quando se trata do futuro da moda, retalho e indústria. O continente é muito mais do que vida selvagem, ainda que esta continue a ser um pretexto de inspiração para designers e marcas.

Embora os desafios de negócios em África possam ser tão épicos como as oportunidades, o estado das coisas começa a dar sinais de melhoria. 

Fotos: Cortesia da www.vlisco.com/ www.pinterest.com /Thumblr.com 

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