ÁFRICA

 
29 de julho 2017 - às 07:39

MOÇAMBIQUE PRIMEIRO MINISTRO QUER MAIOR VOLUME DE INVESTIMENTOS NO PAÍS

O Primeiro-ministro de Moçambique, Carlos Agostinho do Rosário, desafiou recentemente em Maputo, o novo director-geral da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX), Lourenço Sambo, a trabalhar no sentido de aumentar o volume de investimento estrangeiro, elevar e diversificar as exportações do país

 

A acção foi lançada durante a cerimónia de tomada de posse do novo responsável da APIEX Lourenço Sambo, que vai dirigir a instituição criada pelo governo em Novembro de 2016, e que tem como objectivo facilitar e dinamizar o ambiente de negócios, bem como criar maiores sinergias para a promoção de investimento e do comércio externo. A APIEX  surge da fusão de três organizações, nomeadamente o Centro de Promoção de Investimentos (CPI), Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA) e do Instituto para a Promoção de Exportações (IPEX).

O Primeiro-ministro realçou ao recém emposado, a importância de uma gestão rigorosa, motivação do capital humano da instituição, administração transparente dos recursos financeiros e materiais.

“Ao empossado, recomendamos igualmente que, no exercício das suas novas funções, deve dar primazia ao trabalho em equipa e respeito pela ética institucional”, afirmou o primeiro-ministro Moçambicano.

O governante acrescentou que no cumprimento das suas novas funções, o novo líder da APIEX deverá estabelecer um centro de referência para a busca de informações sobre investimentos e comércio externo.

Carlos Agostinho do Rosário destacou a importância da promoção de parcerias públicas e privadas como forma de dar suporte ao desenvolvimento económico inclusivo no país, assim como garantir a atracção, promoção e retenção de investimento nacional e estrangeiro.

Carlos do Rosário apontou a Feira Internacional de Maputo (FACIM) como uma das melhores ferramentas para divulgar com regularidade as oportunidade de negócio existentes em Moçambique.

Por outro lado, em declarações a imprensa, Lourenço Sambo apontou como desafios o enquadramento dos recursos humanos e a contínua promoção do investimento no país, a criação de uma agência de desenvolvimento.

A mesma fonte referiu que a fusão das três instituições permitiu reduzir o número total de funcionários de 170 inicialmente existentes para 45 funcionários.

“Temos que criar uma agência de desenvolvimento. O grande desafio é sairmos de serviços para uma economia produtiva, mantermos o emprego e aumentarmos as exportações”, disse o dirigente. 

 Importa realçar que o Consórcio Sasol  de Maputo que vai investir 1,2 milhões de euros  numa fábrica de combustível, na província de Inhambane, sul de Moçambique.

Segundo o Gabinete de Comunicação da Sasol, a futura Instalação de Processamento de Líquidos (LPF) será montada na província de Inhambane, sul de Moçambique, e vai produzir petróleo leve, gás de petróleo líquido (GPL) e gás natural. 

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