MUNDO

 
2 de January 2021 - às 07:28

ANDA NÃO EXISTEM CERTEZAS ABSOLUTAS DE QUE A COVID 19 TEM OS DIAS CONTADOS

Dezembro do ano passado foi a data que ao mundo   foi anunciada a existência do novo coronavírus, o Covid 19, e, dali pra frente, bilhões de seres humanos passariam a estar  total e desesperadamente dependentes da descoberta da vacina para puderem minimizar os estragos da doença que já infectou cerca de 60 milhões de pessoas e  matou mais de um milhão e quinhentas mil até meados de Novembro. Postos aqui, não existe vivalma em pleno uso das suas faculdades mentais que não chegue à uma conclusão triste, mas realista: o ano 2020 é para esquecer em termos de vida útil, normal, produtiva, benéfica para as nossas almas, fortemente prejudicadas, mas que, com  a descoberta das vacinas, existe uma outra visão do mundo: mais responsável, prudente e mais sensível aos problemas comuns da humanidade.

 

MUNDO ENCARA COM PRUDÊNCIA  A ENTRADA EM CENA DAS VACINAS

De norte a Sul, do Leste ao Oeste, andou toda a gente às apalpadelas, à procura de um presente cada vez mais difícil de se encontrar e um futuro impossível de ser programado com certezas absolutas. No fundo, todo o planeta ficou com a sensação de não ter sido capaz de reunir condições políticas, estratégicas, técnicas e financeiras capazes de travar uma pandemia que em alguns círculos menos avisados da realidade científica continua a dizer-se que apareceu do nada, rompendo com os silêncios perigosos das fraquezas humanas ainda existentes.

Felizmente, hoje já se tem a vacina e chegados a este momento importante na história das ciências médicas, todas as nações do mundo inteiro já podem timidamente celebrar  o triunfo da inteligência humana  sobre algo que parecia ser, em certas geografias, também enviado por “forças ocultas” e, como tal, impossível de ser combatido e derrubado em tão pouco , mas dramático espaço de tempo.

Dados da imprensa lançados no primeiro trimestre  davam conta que já na altura existiam mais de 150 projectos  prontos para entrar na corrida  contra a Covid -19, com a finalidade de acabar com este terrível pesadelo. Países de peso na economia mundial, tais como a Alemanha, China e a Grã-Bretanha tinham em fase de avanço comedido os testes de possíveis antídotos em pessoas e não foram poucas as experiências que puderam desencadear alguma produção de anticorpos para o vírus em seres humanos. 

De acordo com uma publicação da Deutsh Welle,na altura,a introdução de uma vacina no mercado era um processo complexo, que normalmente duraria entre cinco a dez anos. “Apesar de algumas empresas afirmarem que produzirão uma vacina para a Covid-19 até ao final de 2020, Piontek considera que essa previsão é muito otimista”,afirmava-se no artigo.

Felizmente, passados escassos meses, a realidade hoje é diferente, depois de o mundo ter já visto o nascimento oportuno de uma aliança, criada por um grupo de especialistas.Tal corporação tem um programa internacional denominado COVAX, com o intuito de garantir a distribuição justa de vacinas que serão aprovadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), juntamente com outras organizações.

"Queremos assegurar dois mil milhões de doses de vacinas até ao final de 2021. Isso seria suficiente para vacinar as pessoas expostas a maior risco de infeção, tais como idosos, enfermeiros e pessoal médico em cada país", afirmava Aurélia Nguyen, directora do gabinete de vacinas da organização Gavi, que integra o programa COVAX.

Lembra-se que a Aliança agrega 71 países com altos rendimentos.

Já muito recentemente e dada a velocidade com que foi imprimida a execução dos mais de quarenta projectos criados para descobrir a vacina e distribuí-la e/ou comercializá-la, mesmo que grande parte delas não estarem cientificamente aprovadas para serem usadas no combate da doença, várias vozes africanas se opõem às formas como estão a ser “cozinhados” os planos para os destinos geográficos da produção que os países ricos praticamente já a compraram.

Notícias dramáticas para o continente-berço da humanidade e outras paragens mais pobres revelam que,  por exemplo, as grandes potências como os Estados Unidos de América, o Reino Unido e o Japão, além da União Europeia, já encomendaram 2 mil milhões de doses de, pelo menos, seis vacinas cujos ensaios estão praticamente concluidos.

A corrida às vacinas prossegue, com todas as envolvências legais ou não daí decorrentes, numa altura em que ninguém consegue, ainda, parar qa nova vaga de ataque da Covid -19, que continua literalmente a fazer um verdadeiro massacre, principalmente nos Estados Unidos, no Brasil, na Rússia, na Espanha, na Índia, enfim. Todos estes estados juntos formam aquilo que se pode chamar de epicentro do massacre do novo coronavírus.

Por exemplo, de acordo com a ZAP/Lusa, depois de várias farmacêuticas darem conta de que as vacinas que estão a desenvolver têm um alto nível de eficácia, são muitos os países que já começam a planear vacinar a população. Os EUA querem começar o processo já em dezembro. Espanha e Alemanha vão iniciar a partir de janeiro.

As últimas notícias são as mais encorajadoras desde que se aventou a hipótese de ser possível ter-se a vacina ainda este ano e, melhor do que isto,fazer chegar as doses suficientes às populações. Os Estados Unidos já fizeram saber ao mundo que vão mesmo liderar a campanha de vacinação e as razões apresentadas são mais do que óbvias.

“O nosso plano é de conseguir transportar as vacinas para os locais de imunização nas 24 horas seguintes à aprovação. Espero, por isso, que tenha início no segundo dia após a aprovação, ou seja, 11 ou 12 de dezembro“, disse Moncef Slaoui em declarações à CNN.Este alto quadro acrescentou que, uma vez lançada esta campanha de vacinação massiva, o país deverá atingir a “imunidade colectiva” em maio.

“Normalmente, com o nível de eficácia que temos (95%), o facto de imunizar quase 70% da população permitirá ter uma imunidade colectiva. Segundo os nossos estudos, deverá acontecer em maio”, afirmou.Tudo isto aconteceu dez meses depois de se ter conseguido isolar e sequenciar o novo coronavírus, mais concretamente quando  o grupo farmacêutico Pfizer e a BioNTech pediram, já em Novembro, à Agência de Medicamentos dos Estados Unidos para autorizar a sua vacina contra a doença causada pelo novo coronavírus.

De acordo com os referidos sites, este pedido era esperado há vários dias, uma vez que tinha sido publicado o resultado do ensaio clínico realizado desde julho em mais de 44 mil voluntários em vários países, segundo o qual a vacina seria 95% eficaz na prevenção da Covid-19, sem efeitos secundários.

Entretanto, é quase um dado adquirido que, efectivamente,haverá a decisão positiva de se autorizar a vacina pela Agência de Medicamentos dos Estados Unidos.Enfim, haverá mesmo “fumo branco”,para que a vacina possa ser tomada ainda antyes do final deste ano tenebroso.“O Governo, ainda liderado do Donald Trump, está a planear vacinar 20 milhões de pessoas em risco em dezembro e a partir daí 25 a 30 milhões por mês”, noticiou-se.

Entretanto, na Europa, claramente nota-se a preocupação colectiva, através da União Europeia, de não perderem de vista a “corrida  do século”.Aliás, a União Europeia já assinou contratos com as empresas farmacêuticas AstraZeneca, Sanofi, Janssen e BioNTech/Pfizer para mil milhões de doses expansíveis. Ao mesmo tempo e contexto,a assinatura com a CureVac estará iminente e as negociações com Moderna para 400 milhões de vacinas adicionais estão numa fase muito avançada.

Com a boa nova a cair neste mar enorme de tragédias atrás de tragédias, é normal que se rejubile e até se enalteça já o esforço que os cientistas fizeram para que a vacina da norte-americana Pfizer em parceria com  a germânica BioNTech alcançasse a taxa de sucesso de 95%, no seu último teste à sua eficácia na prevenção do coronavírus.Para já, existem dados seguros que os resultados dos testes marcaram “um importante passo na histórica jornada de oito meses para apresentar uma vacina capaz de ajudar a acabar com esta pandemia devastadora". O sublinhado é de Albert Bourla, CEO da Pfizer acrescenta: "continuamos a avançar à velocidade da ciência para compilar todos os dados adquiridos até agora e partilhá-los com os reguladores em todo o mundo".

 

OPTIMISMO DA EMA - Quase ao mesmo tempo,  a Moderna revelava que a sua vacina alcançaria os  95% de eficácia. Exactamente aos 15 de Novembro,divulgou-se este facto, aumentando drasticamente  a confiança de que as vacinas podem ajudar a acabar com a pandemia, enquanto que a o director da EMA garantia que “se tudo correr bem, no final de 2021, teremos imunização suficiente”. O responsável da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), Guido Rasi, numa entrevista publicada este sábado no jornal italiano Il Sole 24 Ore,esperava já nos finais de Novembro,  dar um parecer favorável sobre uma primeira vacina contra o novo coronavírus “até o final do ano” para ser distribuída “a partir de Janeiro.

“Se os dados forem sólidos, podemos dar luz verde para a primeira vacina até o final do ano e começar a distribuição a partir de Janeiro”, disse. A EMA é responsável pela autorização e controlo dos medicamentos na União Europeia (UE), sendo que a luz verde final dada pela Comissão Europeia permite aos laboratórios comercializar os seus medicamentos em toda a UE.Citado pela Lusa, o seu director da EMA descreveu ainda que receberam “os dados pré-clínicos da AstraZeneca, de ensaios em animais, que já estão a ser avaliados” e que, por último, tiveram “várias conversas com a Moderna”.

Note-se que com a colocação da vacina no mercado em Janeiro, os seus primeiros efeitos ao nível de conter a disseminação do vírus “serão visíveis em cinco a seis meses, principalmente no próximo Verão”, explicou Guido Rasi, lembrando que, obviamente, “não será possível imunizar todas as pessoas”. “Começaremos pelas categorias mais vulneráveis, como os idosos e os profissionais de saúde, que passarão a bloquear as pontes de transmissão”, frisou o responsável.

Guido Rasi entende que é necessário vacinar “mais de metade” da população europeia para se “poder assistir a um declínio da pandemia”, o que exigirá “pelo menos 500 milhões de doses na Europa”. Para vacinar todos, “vai demorar pelo menos um ano” e, “se tudo correr bem, no final de 2021, teremos imunização suficiente”, salientou Rasi.

CoronaVac - Quanto à vacina chinesa, há boas novidades neste penúltimo mês do ano.É que o laboratório chinês Sinovac induziu uma resposta imune em voluntários saudáveis, segundo os resultados dos ensaios clínicos de fase 1 e 2.Assim,garante que a CoronaVAC já demonstrou que resultados seguros nos ensaios clínicos, conforme  noticiou recentemente  a revista científica The Lancet, com base num estudo preliminar, avançando que tais testes envolveram mais de 700 voluntários saudáveis, com idades entre 18 e os 59 anos, recrutados na China entre 16 de Abril e 5 de Maio.Recorde-se que a CoronaVac é uma das 48 vacinas candidatas para a covid-19 que estão actualmente em ensaios clínicos. É uma vacina de vírus completo quimicamente inactivado, baseada numa estirpe de SARS-CoV-2 que foi originalmente isolada num paciente na China. 

Por: Carlos Miranda / Fotos: Arquivo NET

 

REINO UNIDO FAZ HISTÓRIA BRITÂNICA DE NOVENTA ANOS É A PRIMEIRA PESSOA A SER VACINADA

País começou a administrar o produto da Pfizer, e o Ministro da Saúde espera que o imunizante de Oxford também seja autorizado ainda no decorrer deste ano.

Margaret Keenan, uma mulher de 90 anos, se tornou a primeira pessoa do Reino Unido a receber, de maneira oficial, e não em fase de testes, a vacina contra a covid-19 fabricada pelo laboratório farmacêutico Pfizer e a empresa de biotecnologia BioNTech, num marco do programa de vacinação que começou no país.

Ela foi vacinada no Hospital Universitário de Coventry, afirmou à BBC que se sentia “privilegiada” por ser a primeira vacinada fora dos programas de ensaios clínicos. A imunização dela se tornou parte de uma manobra preparada minuciosamente pelo Governo de Boris Johnson para convencer os britânicos mais cépticos sobre a necessidade de se imunizar quando chegar a sua vez. Keenan, que vestia uma camiseta com os dizeres “Feliz Natal”, declarou: “Se posso injectar isso aos 90 anos, qualquer um pode”.

Os tabloides conservadores do Reino Unido contribuíram para o entusiasmo ao baptizar o momento como “Dia-V” (V de vacina, mas também o histórico V de vitória). O segundo paciente a receber a vacina foi, curiosamente, William Shakespeare, um homem de 81 anos da localidade de Warwichshire.

Os maiores de 80 anos e os profissionais da saúde e de cuidados a pessoas vulneráveis foram as primeiras pessoas a receberem a inoculação dentro da campanha de vacinação britânica. Problemas logísticos, como evitar roubos e manter congeladores a -70° C, impediram que o tratamento começasse nos asilos de idosos. Durante os primeiros dias, 50 hospitais distribuídos por todo o país (sete deles em Londres) podem começar a administrar as injecções.

Assim, o Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a autorizar o uso da vacina do consórcio Pfizer/BioNTech, depois que seus criadores anunciaram que ela tem uma eficácia de 95% contra a covid-19. O Governo de Johnson encarregou 40 milhões de doses, suficientes para imunizar 20 milhões de cidadãos (30% da população).

RÚSSIA - Em termos de vacinação em massa,no Leste, a Rússia iniciou antes a sua campanha. Moscovo começou dias antes a sua inoculação nacional, que usa a vacina Sputnik V. As autoridades da capital russa priorizaram o pessoal de saúde, ensino e protecção social , considerado dentro de grupos de alto risco. 

Conforme ordenado pelo presidente Vladimir Putin, parte das regiões russas e outros grupos populacionais se juntarão ao grupo. Na Rússia, quarto país do mundo com o maior número de casos (2,4 milhões), o vírus está se espalhando a uma taxa recorde nesta segunda vaga. Note-se que a vacinação é gratuita e voluntária para os cidadãos russos.

O Ministro britânico da Saúde, Matt Hancock, mostrou-se “emocionado” (…) com o começo da vacinação. Entretanto, explicou que ainda “há muito trabalho por fazer”. Hancock estima que até o final de março todos os grupos vulneráveis recebam a vacina, e espera que na próxima semana o país obtenha uma nova remessa de doses, segundo declarou à Sky News.

O titular da pasta calcula que a vacinação nos asilos poderá começar antes do Natal, e que “nas próximas semanas” se autorizará também o uso do imunizante de Oxford. “Teremos em conta a redução de casos e de mortes para começar a suspender restrições”, acrescentou.

Por: Rafa de Miguel - Londres - Pool / Reuters

 

REINO UNIDO INICIA VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA CORONA VIRUS

COMO FUNCIONA E QUEM SÃO OS  PRIMEIROS

 

Profissional transporta vacinas no hospital universitario de Croydon, no Reino Unido.

Doze meses depois do primeiro surto conhecido de covid-19 na China, o Reino Unido começa nesta terça-feira (8/12) a imunizar as primeiras pessoas da fila daquele que será o maior programa de vacinação da história do Reino Unido. A estratégia vem sendo chamada informalmente de "V-Day", um apelido que alude ao dia da vitória (Victory Day) contra os nazistas na Segunda Guerra Mundial e, agora, a um "Vaccine Day" (Dia da Vacina).

Doses da vacina produzida pela Pfizer/BioNTech serão distribuídas em cerca de 70 hospitais do Reino Unido para pessoas com mais de 80 anos e parte dos profissionais que atuam em unidades de saúde e em asilos.

O programa visa proteger os mais vulneráveis e os mais expostos num primeiro momento e permitir a volta à "normalidade" quando grande parte da população estiver imunizada.

Médico com nove netos, Hari Shukla, 87, disse estar "encantado de estar fazendo minha parte" ao ser imunizado nesta terça.

"Sinto que é meu dever fazer isso e tudo o mais que puder para ajudar", disse Shukla, que receberá sua vacina no Royal Victoria Infirmary, na cidade de Newcastle, com sua esposa, Ranjan.

 

COM APOIO DA OMS E INICIA EM 2021

ANGOLA JÁ TEM  PLANO DE VACINAÇÃO CONTRA A COVID 19

Um mecanismo da COVAX vai adquirir dois mil milhões de doses de vacinas para a Covid-19 até ao fim de 2021 para 92 países beneficiários. Angola é um desses países, garante a agência Lusa, reportando informações precisas reveladas recentemente, que davam igualmente conta de que a Organização Mundial de Saúde (OMS) já está a apoiar o Governo angolano na preparação da campanha de vacinação contra a Covid-19. E mais: que tal camapanha  poderá acontecer a partir do segundo trimestre de 2021, conforme afirmou a    representante da organização no país, Djamila Cabral . 

Na altura, Djamila Cabral, que falava aos jornalistas após um encontro com a ministra das Finanças de Angola, Vera Daves, assinalou que foi abordado o mecanismo COVAX – que conta entre outros parceiros com a Aliança Global de Vacinas, GAVI, entidade a que preside o ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Durão Barroso — estando também a ser já preparado um plano de vacinação.

“Neste momento, o trabalho que está a ser feito é juntar todos os fundos necessários para se comprar vacinas para cobrir pelo menos 20% da população dos países africanos”, adiantou Djamila Cabral.

“Estamos a trabalhar com o Ministério da Saúde para preparar o plano de vacinação”, prosseguiu, dizendo que já existem instrumentos que permitem fazer uma avaliação da capacidade de vacinação e da cadeia de frio – um dos desafios a resolver — bem como a definição das populações prioritárias.

De acordo com a Lusa, a responsável da OMS sublinharia que “ainda não há vacinas para mandar para Angola” e que o próprio mecanismo prevê uma hierarquização, consoante as necessidades de cada país.

Há países que estão a precisar mais do que outros, há países onde estão a morrer mais pessoas do que em outros”, notou, acrescentando que os números de Angola sugerem que não é dos mais atingidos pela pandemia, pois não está entre os países com mais casos. A estimativa que está a ser feita é que, a partir do segundo trimestre, possamos começar a receber [vacinas] nos países que estão a precisar mais na região africana”, o que ainda não está totalmente definido, tal como os custos, disse, esclarecendo que , para já, o mecanismo pretende comprar as vacinas para doar, mas “é possível que, em algum momento, seja solicitada alguma contribuição”.

Entretanto,ainda de acordo com a agência noticiosa portuguesa,a ministra angolana das Finanças,  Vera Daves reforçou, por seu lado, que há alinhamento, por parte do executivo, com as recomendações da OMS no sentido de, progressivamente, aumentar os recursos para o sector social apesar das limitações do ponto de vista orçamental.

“Pretendemos, à medida que formos tendo mais recursos, que o serviço da dívida for diminuindo, ir cada vez mais destinando mais verbas para o setor social, com ênfase para a saúde”, afirmou.

Além disso, adiantou, o Ministério das Finanças tem estado a incentivar a utilização do portal de serviços para os institutos públicos “para tornar mais transparente e alvo de monitorização a execução da despesa quando as receitas são doações”, acrescentou. 

 

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