MODA & BELEZA

 
29 de julho 2017 - às 07:50

A ÁFRICA ESTÁ NA MODA

O fabricante têxtil Vlisco, de origem holandesa, há anos que explora e lidera o sector do comércio têxtil em vários países africanos. A sua primeira descoberta foi que a maioria de sua população não dava importância às mudanças da moda ocidental, eminentemente uma moda de massa. Para eles, a importância está no carácter individual que cada peça possa oferecer. Se a venda de roupas pronto-vestir  é pequena e restrita, a dos gloriosos tecidos, entretanto, vai de vento em popa, distribuídos  para todos os mercados mundiais.

 

 

O continente africano está por todos os lados, reparou? Estamos em presença em muitos desfiles  as influências também estão em alta na moda dos corredores do evento. A herança cultural negra é parte fundamental da formação da estética global  não apenas na moda, mas também na arte, música, gastronomia e religião. E pra quem quer resgatar esse lado tão rico da nossa cultura, selecionamos algumas peças originais e versáteis de diversas marcas que prezam pela conservação desse legado. Confira!

O fabricante têxtil Vlisco, de origem holandesa, há anos que explora e lidera o sector do comércio têxtil em vários países africanos. A sua primeira descoberta foi que a maioria de sua população não dava importância às mudanças da moda ocidental, eminentemente uma moda de massa. Para eles, a importância está no carácter individual que cada peça possa oferecer. Se a venda de roupas pronto-vestir  é pequena e restrita, a dos gloriosos tecidos, entretanto, vai de vento em popa, distribuídos  para todos os mercados mundiais.

É óptimo testemunhar este ímpeto de desenvolvimento na indústria. É um passo importante para sermos reconhecidos como um concorrente relevante da indústria de moda internacional, mas ainda necessitamos de uma força de trabalho mais qualificada, de reabrir as nossas fábricas têxteis [que encerraram a décadas],e garantir um maior acesso à produção e a financiamento. A quebra acentuada do preço do petróleo tem prejudicado de forma determinante os orçamentos e moedas dos principais países produtores deste bem, como a Nigéria, Angola e Ghana  mas, por outro lado, beneficiando a África do Sul, o país mais desenvolvido do continente africano e um importador líquido de energia. «Os investidores estão a atravessar um processo de aprendizagem em África.  

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