DESPORTO

 
22 de junho 2018 - às 07:15

MUNDIAL DA RÚSSIA À PORTA A ÁFRICA ESPERA PELOS SEUS FILHOS

Quando esta revista chegar às mãos do leitor, a "tribo" do futebol mundial estará já à beira de viver as emoções do Campeonato do Mundo, a decorrer de 14 de Junho a 15 de Julho deste ano de 2018 na Rússia, país distante, onde, em nome da África, estarão o  Egipto, Marrocos, Nigéria, Senegal e Tunísia

 

Sendo certo que  estarão milhões de pares de olhos virados para a Rússia, como  "teatro" da maior mostra futebolística mundial, há uma  pergunta que particularmente se coloca, com lógica: numa prova em que estão previstos num mês de competição, sessenta e quatro (64) jogos até  aonde chegarão as cinco selecções africanas? É claro que só o desenrolar do campeonato dirá a resposta certa.

O que, todavia, os africanos esperam, orgulhosamente, é que, por exemplo, o  Egipto, no Grupo A, tenha boa actuação diante do seu primeiro adversário, que é o "poderoso" Uruguai, país que conta com bons jogadores, como Edilson,  "matador", Cavani, o "pistoleiro" Luís Suarez e outros. 

Depois,  o país dos faraós encara o organizador, a Rússia, isto já  na segunda jornada, diante do seu público. São, pois, dois adversários de peso, logo nos dias de início da competição.

Também tarefa árdua vai para o Marrocos no Grupo B, porque, neste "conglomerado", os Leões do Atlas, orientados pelo francês que já passou pelos Palancas Negras, Hervê Renard, têm "ossos duros de roer": Portugal, de Cristiano Ronaldo e Espanha de "super-craques". Apenas  o Marrocos conta com um adversário do mesmo campeonato: o Irão, selecção de menos nível que as duas selecções europeias.

E a Nigéria? Bom, com cinco presenças em fases finais do Campeonato do Mundo, as "Super Águias", treinadas por Gernont Roheret, desta vez viu a "roleta" a colocá-la no grupo também de respeito, o  D, ao pé da Argentina e Croácia dos "artistas" Lukas Modric, Ivan Rakitic, Ivan Perisic e Mário Mandzukic; e ainda com a Islândia.

Tal como o Marrocos, a Tunísia, igualmente, tem "clientes" de respeito no seu grupo G. Conhecida como Leões de Cartago, a selecção tunisina está perfilada com a Bélgica e a Inglaterra, duas equipas nacionais com forte tradição mundialista, só podendo alimentar sonho ganhador em relação ao Panamá. Portanto tem jogos em perspectiva que não a favorecem.

O Senegal tem a "fama" de "Leões do Senegal". Figura no Grupo H. Em 2002, na sua primeira participação num "mundial", na altura comandados por Bruno Metsu defrontaram a França no começo com categoria.

Estava capitaneada pelo "grande" Aliou Cissé. E desta vez, na Rússia, onde abre as hostilidades diante da Polónia que conta com o perigosíssimo Roberto Lewandowski? Antevisão complicada. Mas se arrancar vitoriosamente,  então, seguidamente, pode defrontar com outro astral o Japão e a Colómbia. 

 

RIVALDO RECLAMA USD 750 MIL

KABUSCORP COM DÍVIDAS MILIONÁRIAS

O Kabuscorp do Palanca reconhece que tem com  o antigo brasileiro Rivaldo uma dívida de 750 mil dólares que promete saldar se a Federação Internacional de Futebol (FIFA) concordar com os termos do pagamento que o clube apresentará.

Quando a FIFA notificou a Federação Angolana de Futebol (FAF) do incumprimento contratual e queixa apresentada pelo jogador, o clube perdeu seis pontos no actual Girabola ZAP, sem prejuízo de poder sofrer sanções mais drásticas.

Por esta razão, a direcção do clube liderada pelo empresário e político Bento Kangamba, tratou de enviar para  Zurique (Suíça), um emisário, Mingo Jacinto, a fim de solucionar a questão.

Caso o clube não cumpra a própria FAF pode sofrer sanções previstas nos estatutos e regras disciplinares da FIFA, que já deu primeiro razão ao jogador que em 2012 jogou pelo Kabuscorp, tendo apontado 11 golos em 21 jogos disputados.

O presidente da FAF, Artur Almeida, espera que o Kabuscorp do Palanca  liquida a dívida, de modo a evitar outras penalizações. “Nós estamos a ajudar o clube a estabelecer contactos com a FIFA. Se não forem cumpridos todos os pressupostos com o jogador, as sanções serão mais severas”, disse o dirigente.

 

Outras dívidas   -    O técnico Paxe Filho, que foi em 2017 adjunto de Romeu Filemon, no Kabuscorp do Palanca, também veio a público reclamar incumprimento contratual do clube em relação ao seu contrato.

O treinador explicou que o clube de  Bento Kangamba não pagou a primeira prestação da assinatura do contrato. A segunda aconteceria no final da segunda volta e a terceira no final, pelo que, no total exige 15 milhões de kwanzas.

O jogador congolês democrata Trésor Mputu Mabi, até hoje, também reclama o valor da transferência de um milhão e quinhentos mil dólares, do Tout Puissant Mazembe para o Kabuscorp.

 

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