Ponto de Ordem

 
05/10/2013 09:56:57

O DESTINO DE ÁFRICA

O Presidente da França, François Holande disse na Assembleia Geral da ONU, que o seu País tenciona organizar ainda este ano, em Paris, uma reunião internacional, com representantes de países e a ONU incluída, para se analizar a situação no continente africano, mormente as causas de instabilidade que nos últimos tempos cresceu.

04/09/2013 08:26:43

DIÁLOGO COM A JUVENTUDE

Decorre em todo País reuniões de auscultação dos dirigentes governamentais com a juventude, no quadro de um programa que se convencionou chamar de Dialogo com a Juventude.

02/08/2013 18:36:11

O CASO MFUKA MUZEMBA

A Unita é dos partidos políticos no panorama nacional mais fertil em provocar factos públicos. Se não se atira, quantas vezes de forma feroz, contra esta ou aquela medida do governo, espelha na imprensa as contradições internas que vai vivendo no seu percurso para se adaptar à democracia plena.

02/07/2013 17:59:31

BAJULADORES SEM PREÇO E RESPEITABILIDADE

Já lá vão mais de vinte e cinco anos desde que me transformei neste escriba menor de factos chatos, muito difíceis de engolir por alguns e razoavelmente bem digeridos por outros tantos menos distraídos.

02/07/2013 17:17:31

OLHAR PARA A JUVENTUDE

03/05/2013 08:57:24

UM PACTO DE NAÇÃO

Geralmente, e tem sido essa a tendência, existe a preocupação de se corrigir o que está mal, evitar cair, mais grave quando é sempre, no mesmo erro.

03/04/2013 13:07:00

QUE VENHAM AS AUTÁRQUICAS!

Oficialmente não há uma data definida para a realização das primeiras eleições autárquicas no País, mas sente-se já a preocupação, quer da parte do executivo como das diferentes formações políticas no activo. Com o andar das coisas, não se acredita que antes de 2015 elas tenham lugar, entrando-se num clima de suspeição, pela oposição, quanto a vontade do governo em levar avante o processo, pois a forma como os trabalhos se desenvolvem leva a crer que a data pode se estender.

22/01/2013 21:20:49

AS MAKAS DA FISCALIZAÇÃO

Aquí em Angola o governo, pelo menos públicamente, não é muito dado a estudos de opinião sobre os impactos que as medidas que vai tomando no dia a dia da sua governação têm impacto no seio da sociedade. E esta é uma falha que no ambito da gestão participativa que muitas vezes os governantes advogam mas rápidamente viram as costas, é extremamente negativo, porque na materialização desse desiderato poder-se-ia encontrar muitas pistas para melhorar o que está mau ou aperfeiçoar o que está bem.

28/12/2012 09:08:53

Sem mesquinhices

Não dá para acreditar que o estado actual das relações governamentais entre Angola e Portugal possa ser afectado por uns rabiscos na imprensa quer de um como de outro País, a meter em causa a idoneidade das suas figuras mais relevantes. Mas não é pecado pensar que esse cenário, se muito batido, pode ter influência na posição deste ou daquele dirigente quando se tratar de assuntos que se prendem com a cooperação entre os dois países.

12/12/2012 19:35:02

Pensar o país

Novembro é um mês de profundo significado para os angolanos, pois se assinala o aniversário da independência nacional, que ocorreu em 11 de Novembro de 1975. É sempre curial aproveitar-se para uma breve reflexão em torno do País e do que pretendemos enquanto povos dono do nosso próprio destino.

10/12/2012 21:21:21

Saber Falar

Dizia um antigo dirigente dos camaradas, já falecido, o nacionalista e escritor António Jacinto, quando uma vez foi chamado a comentar o desempenho dos politicos em intervenções públicas, que falar é uma profissão que, para além do saber alinhavar os factos a abordar, era preciso saber situar os contextos, fazer leitura dos ambientes para que as mensagens possam ser entendidas e bem digeridas pelos ouvintes. Fiquei com essa lição até hoje.

10/12/2012 18:39:02

Educação Cívica Oportuna

Acampanha de educação cívica em torno das eleições gerais que se re- gistarão em Agosto de 2012, lançada pela Comissão Nacional Eleitoral é bastante oportuna e deve merecer o engajamento das forças vivas da nação,com especial realce para os actores principais da vida política do País. Vai-se participar numa com- petição democrática para a eleição daqueles que nos próximos cinco anos governarão o País, e sabe-se que em períodos como esse, em várias partes do mundo, os militantes dos diferentes partidos políticos directamente engajados no processo, exacerbam-se nos comportamentos e em alguns casos, compremete-se mesmo o clima de pacificidade que se pretende e se reclama.

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