Ponto de Ordem

 
31/05/2016 06:48:27

A ÁFRICA QUE QUEREMOS

Existem no continente muitos programas para levar a África ao desenvolvimento e progresso, desde a agricultura, electrificação, industrialização, impacto social, reconhecimento dos quadros e talentos, mas que só se tornarão exequíveis se existir vontade política dos homens que nos governam, pelo que na passagem de mais um aniversário do Dia de África é oportuno apelar às lideranças para que se empenhem patrioticamente para uma mudança positiva da história do continente.

02/05/2016 07:07:29

A HORA DO INVESTIMENTO!

Para o desenvolvimento do tecido produtivo no seu todo é verdade que não podemos ignorar a importância que tem de jogar o investimento privado pelo que se torna imperioso criar-se um quadro mais atractivo para que os investidores, quer nacionais como estrangeiros, se sintam mais motivados em abraçarem a produção Made In Angola.

02/04/2016 16:46:15

OLHOS NOS OLHOS!

A política não pode ser comparada taxativamente a matemática onde por exemplo, dois mais dois são 4, e no caso de Angola, com o multipartidarismo onde a governação do País se define através do voto, não se pode levar a sério a equação de que o escolhido pelo líder é automaticamente o seu sucessor no partido e no governo, pelo que não é, desde logo, crucial dizer que o MPLA vai vencer o próximo pleito eleitoral e o primeiro na sua lista tornar-se-á o Presidente da República sucedendo assim Eduardo dos Santos numa lógica de continuidade.

28/02/2016 13:47:12

REGRAS DE JOGO

Com um nível de cultura de governação muito baixa, é certo que se criou um governo composto por tecnocratas, na sua maioria doutores e engenheiros, mas não se ganhou mais valia em torno da melhor compreensão dos fenómenos que têm de levar a uma governação mais eficiente, solidária, actuante e com resultados vantajosos para o desenvolvimento, precisamente porque a auto-estima, o espírito patriótico para melhor servir uma causa pública a que são chamados a desempenhar é extremamente baixa, para não se dizer nula.

30/01/2016 16:13:00

SOLUÇÕES COLECTIVAS

Ao País são hoje colocados novos e maiores desafios porque a incerta valoração das matérias primas no mercado mundial colocam novas questões e obrigam a outras abordagens.

23/12/2015 07:17:02

A INTENÇÃO E A COERÊNCIA

É verdade que não se consegue esconder a manifestação de descontentamento que a situação acarreta pelo que é mais fácil acreditar que, em função dessa situação, o MPLA decidiu abordar publicamente o problema mas escapa a ideia de que ele, enquanto Partido que governa Angola há quatro décadas

29/10/2015 18:26:24

VERDADES ESCAMOTEADAS

Na constituição do Estado está bem claro o principio da separação de poderes, sendo eles o executivo, legislativo e o judicial que se fundem num todo que dá lugar à República, mas é preciso não perder de vista que sempre que existir qualquer manifestação negativa, à análise que é feita do exterior sobre os poderes é essencialmente política. 

29/09/2015 10:47:02

SOLUÇÕES DE CONSENSO

Não descurando as responsabilidades que cada partido político deve ter na mobilização dos seus militantes em torno dos ideais que persegue, entendo que no nosso País essa visão reducionista como se desenham os cenários da discussão dos problemas, vestidas de rótulos excessivamente partidarizantes, penaliza os interesses mais globais da nação, razão porque hoje se verifica falta de entrega patriótica mais abrangentes em torno das causas que devem condimentar o desenvolvimento do País. 

29/08/2015 09:00:43

MEDIDAS ESTREITAS

Julgo ser o momento de se mudar o modo de encarar o Estado, migrando-se de  uma mentalidade  focada em como obter um naco maior do orçamento para outra direccionada a criar, inovar, progredir e aumentar a producao para a satisfacao global.

27/07/2015 10:20:29

FALÊNCIA DE MENTALIDADES?

O País, se não parou hoje retrocedeu muito em tão pouco tempo pelo que a sua recuperação, sem ser impossível mas se se pretender rápida, exige uma tomada de consciência geral para o rejuvenescimento das mentes e se poder ganhar rapidamente o orgulho de ser-se angolano, patriótico e independente.

25/06/2015 09:45:31

SOBRANCERIA CHINESA

Os benefícios dos empréstimos chineses no dia a dia dos angolanos são hoje bem visíveis em todo o País com a construção e ou reabilitação de estradas, caminhos de ferro, redes eléctricas, de água e de saneamento, hospitais e escolas, um facto que, aliás, quer o governo como o MPLA têm explorado até à exaustão, apesar da manifesta falta de qualidade de muitas obras por culpa, é preciso dizê-lo, de não imposição forte na fiscalização, pelos angolanos.

26/05/2015 14:23:11

CRISE DE VALORES

Criou-se outro filão de negócios e os de cima, que detêm o poder, fingem que não sabem ou ignoram. O pacato cidadão que um dia acreditou na verticalidade do sistema bancário angolano, depositou o seu dinheiro no banco, em kuanzas e/ ou em divisas mas agora que quer utilizar aquilo que é dele, que quer levantar o seu dinheiro, terá de pagar “uma comissão” por fora ao funcionário do banco se quiser ver satisfeito o seu desejo. Em surdina comenta-se, condena-se mas do alto da catedra, de quem tem o poder para colocar a ordem no circo, não surge as medidas disciplinadoras enérgicas que se impõem.

24/04/2015 12:54:34

PIRÂMIDE INVERTIDA

País caminha a passos largos para completar 40 anos de independência e se perdeu tanto tempo, algum dele por razões objectivas decorrente da situação de instabilidade e guerra fratricida que então se vivieu

29/03/2015 06:35:49

QUEM TEM DE MUDAR?

Recentemente a cantora Yola Semedo, um talento musical de valor, confrontada por mim do porquê da demora de uma incursão pelo continente africano, ela, mesmo reconheceu ser um percurso com muitos espinhos que a obrigava a reflectir seriamente enquanto que conquistar o sucesso em Portugal, na sua opinião, era mais fácil, não só pela língua mas fundamentalmente pelos laços históricos forjados no passado.

28/02/2015 20:07:19

OUTRO ESTILO

Durante muito tempo os governantes habituaram-se a apresentar na montra o que nao têm em armazém e com isso esbanjava-se dinheiro, quantas vezes nos órgãos de decisão do governo, como o conselho de ministros, os seus membros guerreavam-se para verem aprovados os seus projectos, mesmo sabendo de antemão que muitos deles não teriam serventia a nivel nacional, em detrimento de causas mais essenciais?

1 2 3 4

Copyright © Figuras & Negócios - Todos os direitos reservados strong>

Contato
Home
Acervo Digital