Ponto de Ordem

 
26/12/2016 07:27:31

COMPROMISSOS DE NAÇÃO

O País reclama cada vez mais por um maior engajamento patriótico do seu povo para que as grandes tarefas do desenvolvimento se efectivem com a participação massiva de todas as forças vivas do mosaico angolano e não é demais repetir que um dos desideratos para isso é criar-se uma confiança entre governantes e governados, fazendo vingar a gestão participativa que se recomenda em países que consolidam ou estabelecem como metas de orientação o sistema de governação democrática, como é o caso de Angola.

01/12/2016 18:50:39

AUTÁRQUICAS JÁ!

Debalde! Se as eleições legislativas e presidenciais já se tornaram realidade, as autárquicas continuam a ferver num forno onde fica evidente falta de leituras objectivas sobre a sua importância quando se quer avançar diferente na forma de pensar a governação do pais, cujos frutos terão de ser necessariamente mais maduros e saborosos em comparação com a realidade que nos é mostrada hoje.

05/11/2016 12:12:19

A GUINÉ DE NGUEMA

Não estamos aqui a defender sem argumentos a Guiné Equatorial mas é de tremenda injustiça não se realcar os esforços que os Equato-guineenses emprenderam fruto do boom petrolífero que se conheceu para uma reconciliação saudável entre governantes e governados e de que resultou, para já, num País moderno com novas e belas estradas, estruturas administrativas consentâneas com a dinâmica do mundo moderno e uma aposta realçante sobretudo na educação com a prioridade recaida fundamentalmente para a Juventude.

02/10/2016 05:07:05

ARMADILHAS E SOBERANIA!

Os países que vivem muito de ajudas, regra geral provenientes de outros mais poderosos, têm de se preparar cada vez melhor, quer tecnica como politicamente, para não se deixarem embarcar na armadilha do crédito que, nas calmas, pode levá-los à perca da sua soberania.


02/09/2016 06:39:10

RIGOR E DISCIPLINA!

O nível de organização mafiosa que aquí se construiu parece que já ultrapassou a "indisciplina congolesa", pelo que a terapia de choque para a mudança radical tem de ser dura e sem complacências com muitos "chico espertos", impossibilitados a já não conseguirem viver num País normal, serem compulsivamente afastados e penalizados.

28/07/2016 07:41:30

SUSPIROS DA CPLP!

Em 17 de Julho de 1996, compensando um esforço da diplomacia cabo-verdiana, dava-se luz à CPLP, aproveitando-se muito da experiência que já vinha dos Palops-paises africanos de língua oficial portuguesa/,e surgia com objectivos claros de concertação política e pela cooperação entre os estados membros.

28/06/2016 07:32:14

QUE DEMOCRACIA PARA ÁFRICA?

Num artigo de opinião inserido nesta edição um referenciado intelectual angolano e homem activo na vida política reconhece que o problema de África muitas vezes reside no facto de mecanicamente os africanos  pretenderem, ou por imposição das antigas potências coloniais ou mesmo por simples imitação, seguir os mesmos caminhos da democracia da Europa esquecendo-se da idiossincrasia dos seus povos, usos e costumes.

31/05/2016 06:48:27

A ÁFRICA QUE QUEREMOS

Existem no continente muitos programas para levar a África ao desenvolvimento e progresso, desde a agricultura, electrificação, industrialização, impacto social, reconhecimento dos quadros e talentos, mas que só se tornarão exequíveis se existir vontade política dos homens que nos governam, pelo que na passagem de mais um aniversário do Dia de África é oportuno apelar às lideranças para que se empenhem patrioticamente para uma mudança positiva da história do continente.

02/05/2016 07:07:29

A HORA DO INVESTIMENTO!

Para o desenvolvimento do tecido produtivo no seu todo é verdade que não podemos ignorar a importância que tem de jogar o investimento privado pelo que se torna imperioso criar-se um quadro mais atractivo para que os investidores, quer nacionais como estrangeiros, se sintam mais motivados em abraçarem a produção Made In Angola.

02/04/2016 16:46:15

OLHOS NOS OLHOS!

A política não pode ser comparada taxativamente a matemática onde por exemplo, dois mais dois são 4, e no caso de Angola, com o multipartidarismo onde a governação do País se define através do voto, não se pode levar a sério a equação de que o escolhido pelo líder é automaticamente o seu sucessor no partido e no governo, pelo que não é, desde logo, crucial dizer que o MPLA vai vencer o próximo pleito eleitoral e o primeiro na sua lista tornar-se-á o Presidente da República sucedendo assim Eduardo dos Santos numa lógica de continuidade.

28/02/2016 13:47:12

REGRAS DE JOGO

Com um nível de cultura de governação muito baixa, é certo que se criou um governo composto por tecnocratas, na sua maioria doutores e engenheiros, mas não se ganhou mais valia em torno da melhor compreensão dos fenómenos que têm de levar a uma governação mais eficiente, solidária, actuante e com resultados vantajosos para o desenvolvimento, precisamente porque a auto-estima, o espírito patriótico para melhor servir uma causa pública a que são chamados a desempenhar é extremamente baixa, para não se dizer nula.

30/01/2016 16:13:00

SOLUÇÕES COLECTIVAS

Ao País são hoje colocados novos e maiores desafios porque a incerta valoração das matérias primas no mercado mundial colocam novas questões e obrigam a outras abordagens.

23/12/2015 07:17:02

A INTENÇÃO E A COERÊNCIA

É verdade que não se consegue esconder a manifestação de descontentamento que a situação acarreta pelo que é mais fácil acreditar que, em função dessa situação, o MPLA decidiu abordar publicamente o problema mas escapa a ideia de que ele, enquanto Partido que governa Angola há quatro décadas

29/10/2015 18:26:24

VERDADES ESCAMOTEADAS

Na constituição do Estado está bem claro o principio da separação de poderes, sendo eles o executivo, legislativo e o judicial que se fundem num todo que dá lugar à República, mas é preciso não perder de vista que sempre que existir qualquer manifestação negativa, à análise que é feita do exterior sobre os poderes é essencialmente política. 

29/09/2015 10:47:02

SOLUÇÕES DE CONSENSO

Não descurando as responsabilidades que cada partido político deve ter na mobilização dos seus militantes em torno dos ideais que persegue, entendo que no nosso País essa visão reducionista como se desenham os cenários da discussão dos problemas, vestidas de rótulos excessivamente partidarizantes, penaliza os interesses mais globais da nação, razão porque hoje se verifica falta de entrega patriótica mais abrangentes em torno das causas que devem condimentar o desenvolvimento do País. 

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