Dossier

 
10/12/2012 21:39:46

Lista de prioridades tenciona reanimar sectores sociais

Se nas eleições passadas o
 MPLA apresentou-se como
uma força política capaz
de produzir resultados fan-
tásticos junto do eleitorado
com um programa intitu-
lado “Caminho Certo Para
Uma Angola Melhor”, des-
ta feita o partido que diz
reunir no seu seio cerca de
cinco milhões de militantes,
vem agora publicamente considerar que, com ele,
“Angola vai crescer mais e distribuir melhor”. E mais
declara que: é o Partido que
está melhor preparado e o que se tem apresentado com mais competencia na interpretação e satisfação dos mais profundos anseios e aspirações do Povo Angolano…

10/12/2012 21:39:00

“Chegou a hora de crescer mais e distribuir melhor!”

O MPLA foi o primeiro partido político angolano a apresentar publicamente o seu manifesto eleitoral e fê-lo através do seu cabeça de lista, José Eduardo dos Santos, que se mostrou bastante optimista quanto ao cumprimento do Programa de governo do MPLA projectado para o período de 2012-2017, igualmente apresentado numa cerimónia que contou com a presença de cerca de 2000 militantes da formação política que dirige o país desde 11 de Novembro de 1975.Dos Santos, que concorre pela terceira vez consecutiva ao cargo de Presidente da República, fez questão de acentuar no seu discurso que as linhas gerais dos dois documentos se inspiram na Estratégia Geral de Longo Prazo que o MPLA já definiu até 2025, salientando o facto de que só com metas bem definidas e ideias claras sobre o que se pretende alcançar no futuro é possível definir na prática o rumo imediato das acções.

10/12/2012 20:15:06

O canteiro de Obras

O MPLA como partido que dirige a nação e que continuar nessa posição, tem como ponto de realce no seu bilhete de identidade um Canteiro de Obras realizadas em todo o País.

10/12/2012 20:14:23

Começou a mudança de geração?

A lista de deputados do MPLA às próximas eleições elaborada por critérios sempre discutíveis e da forma como alguns analistas qualificam como aleatória, colocou certas figuras de peso na actual hierarquia política do país abaixo dos locais cimeiro, o que não deixou de causar alguma perplexidade.

10/12/2012 20:11:17

Promessas eleitorais do MPLA

O MPLA quer continuar a ser poder em Angola. Para as eleições de Agosto de 2012, o Partido dos Camaradas promete no seu programa a entrega de 16 mil apartamentos, e reservas superior a 30 mil milhões de dólares. O lema da campanha é Angola a crescer mais para distribuir melhor

10/12/2012 20:08:19

Partidos políticos apresentam os seus programas eleitorais

Os programas eleitorais das quatro formações partidárias com melhores condições para concorrerem nas eleições gerais de 31 de Agosto e conquistarem o poder foram postos a circular dois meses antes do Dia “D”. O MPLA, a UNITA, a CASA-C.E. (Convergência Ampla de Salvação de Angola-Conselho Eleitoral) e o Bloco Democrático lançaram as bases gerais com que se vão sustentar na tentativa de governar o país nos próximos cinco anos. Se serão capazes de convencer os nove milhões de cidadãos angolanos a votarem nos seus programas é uma questão que apenas será respondida quando a Comissão Nacional Eleitoral divulgar os resultados finais saídos do pleito.

10/12/2012 19:35:00

Tribunal Constitucional entra em cena: Então... quem irá concorrer?

Aguarda-se que no dia Dia “D” milhões de eleitores voltem a estar diante das urnas para escolher os seus 230 representantes na Assembleia Nacional e o Presidente da República. Até dia 19 de Junho pas- sado, prazo limite, 27 partidos e coligações apresentaram candidaturas às eleições de 31 de Agosto.Depois de uma triagem minuciosa pelo Tribunal Constitucional (TC), logo se seguirá quem serão os habilitados para entrarem no jogo.

10/12/2012 19:25:14

Eleições gerais em Angola: Chegou a hora da Verdade

Quatro temas fundamentais dominaram o complexo processo de preparação das eleições gerais que serão realizadas no próximo dia 31 de Agosto, nomeadamente o processo de recenseamento e actualização de dados dos cidadãos, no quadro do registo eleitoral, a aprovação do pacote legislativo, a nomeação do presidente da Comissão Nacional Eleitoral e, por fim, a entrega das listas de candidatos a deputados pelas diversas formações políticas concorrentes ao Tribunal Constitucional. Até se chegar a este ponto, muitos argumentos se esgrimiram, num debate bastante tenaz, em que, na maior parte das vezes não se alcançou o consenso desejado. 

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