Dossier

 
26/11/2015 19:03:45

DA LITERATURA A DANÇA: CULTURA ANGOLANA DE AFIRMAÇÃO DA ANGOLANIDADE

Da literatura à dança, passando pelas artes plásticas, a riqueza cultural de Angola tem se manifestado em diferentes áreas. No artesanato, destaca-se a variedade de materiais utilizados. Através de estatuetas em madeira, instrumentos musicais, máscaras para danças rituais, objectos de uso comum, ricamente ornamentados, pinturas a óleo e areia, é comprovada a qualidade artística angolana, patente em museus, galerias de arte e feiras. Associado às festas tradicionais promovidas por etnias locais está também um grande valor cultural

26/11/2015 19:00:58

SOCIEDADE CLAMA POR MAIOR PRESENÇA MULHERES NOS CARGOS DE DECISÃO

Numa primeira análise, a impressão que se tem é que em Angola há uma forte presença de mulheres nos cargos de tomada de decisão no país, mas um trabalho aturado de análise, se levarmos em conta as diferentes esferas do poder como o político, económico ou judicial, rapidamente fica claro que a representação feminina está muito aquém dos 50 %, meta adoptada pelas Nações Unidas e bandeira de luta de organizações que trabalham pela igualdade do género

26/11/2015 18:58:53

ECONOMIA, NEGÓCIOS E A GESTÃO DO PAIS AO LONGO DOS 40 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

Após 40 anos de independência, o país alcançou um desenvolvimento económico, social e cultural capaz de diferenciar no contexto africano. A economia tem crescido a um ritmo moderado acima da média africana (5%), o que permite afirmar claramente que estamos numa fase de aposta na produção interna de forma a eliminar as lacunas existentes a este nível. De acordo com as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia Angolana irá crescer cerca de 5,9%, contrariando as projecções previstas pelo Orçamento Geral do Estado (OGE) de 9,7%

26/11/2015 18:57:35

ALEXANDRA SIMEÃO "A BOA INGERÊNCIA"

Para o executivo angolano existem boas e más ingerências. Exemplos de “má ingerência” podem ser encontrados nas ONG’s nacionais sempre conotadas com o que mais subversivo existe no plano do financiamento internacional e nos países cujas instituições ou figuras públicas se pronunciem sobre actos que alertem contra algum constrangimento em Angola (desalojamentos, corrupção, prisões arbitrárias ou outro tipo de desrespeito pelos direitos das pessoas)

26/11/2015 18:55:24

FILIPE FRAGATA: "TEMOS UMA FORTE IDENTIDADE NACIONAL"

Filipe Fragata acredita que  não é de excluir que se venham a gerar conflitos no seio das elites, em resultado do desenvolvimento do processo de democratização política, da inevitável substituição  de cargos e de posições de privilégio e da progressiva subalternização dos factores políticos aos factores técnicos, na selecção e hierarquização dos dirigentes e dos quadros da administração pública dos diversos sectores económicos e das empresas

26/11/2015 18:54:08

ANGOLANOS SEMPRE ATENTOS AOS DIFERENTES CENÁRIOS DO QUADRIÊNIO

A julgar pelos testemunhos de alguns cidadãos, tudo leva a indicar que a sociedade angolana, na generalidade, está não apenas atenta, mas profundamente envolvida num cenário político-económico estável. No meio das beliscadelas partidárias do costume, ela sobrevive num clima de alguma tranquilidade, demonstra,por enquanto, bom senso na altura de apertar o cinto, esbraceja quando pode, mas,no fundo, os  angolanos conseguem resgatar um sorriso de esperança quando se lembram que,afinal, são livres há quarenta anos.Todavia, os níveis de alerta para a eclosão de algumas ondas de descontentamento subiram à medida do panorama sócio-político e económico vigente. Cinco cidadãos nacionais responderam à algumas questões ( vide caixa) e cada um à sua maneira descreveu o país que hoje temos, depois de quarenta anos de existência em liberdade

26/11/2015 18:51:05

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS REAFIRMA, EM MENSAGEM À NAÇÃO “A PAZ CHEGOU PARA FICAR!”

O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, reafirmou que em Angola “a paz chegou para ficar!”, assegurando que o país entrou na via da estabilidade, da paz, da unidade e da reconciliação nacional. “Em 2002, iniciámos uma nova marcha sob o signo da esperança e da confiança em nós mesmos. Foi abandonado o princípio segundo o qual a guerra é a continuação da política por outros meios”, declarou, garantindo que “hoje a política é feita por meios pacíficos e democráticos”. “Na política não vale tudo. Ela pressupõe o respeito pelo próximo, pelos princípios éticos, morais e cívicos. Felizmente, na luta política pacífica e democrática surgiu uma Constituição moderna ajustada à nossa realidade e que indica como devemos organizar o Estado, a sociedade e a economia”, defendeu o Presidente da República

26/11/2015 18:49:04

O MPLA E O SEU PRESIDENTE SAEM VENCEDORES E SEMPRE NO PODER!

Na tomada de posse como Presidente da República, em 2012, desta feita, com um timbre reforçado por ter, se calhar, pela milionésima vez em trinta e tal anos de poder, José Eduardo os Santos arrasou. Estava vencida mais uma “batalha”; enfim,a vida acabava de dar mais responsabilidades a um cidadão de nome José Eduardo dos Santos como o “mais alto mandatário do país”. O PR empossado estava, pelos vistos, literalmente comovido, talvez demasiado satisfeito ou mesmo com a alma “lavada”. Ninguém sabe ao certo e provavelmente nunca se saberá sobre o seu estado de espírito

26/11/2015 18:47:01

ELEIÇÕES EM ANGOLA CONQUISTA OU PRESERVAÇÃO DO PODER: UM CARDÁPIO APETECÍVEL ETERNO

Há quem diga que as eleições gerais registadas em 1992 terão sido as mais decisivas para o futuro  do país. Outros, julgam ser as de 2002 que fizeram uma história particular, pois seriam as de abertura das pontes da esperança de um país farto de guerras, mortes e destruições…

26/11/2015 18:46:00

ANGOLA PROSSEGUE O SEU RUMO, COM MAIOR ESPERANÇA DEPOIS DO DIA DA “DIPANDA”

A história da República regista que, depois de mais de um quarto de  século de uma das guerras mais violentas de África, que resultou em centenas de milhares de mortos e feridos, deslocados de guerra e a busca incessante do exílio,foram os próprios militares de ambos os lados do conflito que abraçaram os ideais de paz. Fartos de tanta incompreensão, desconfiança e da hipocrisia dos políticos, decidiram inverter o curso da história

26/11/2015 18:43:30

COM TANTO CINISMO E INTERESSES POR CIMA DA MESA NÃO HAVIA OUTRA SAÍDA

Foram vários os acordos assinados entre os principais protagonistas da luta pela independência nacional como também foi a luta permanente evidenciada ao longo de décadas para que cada um tirasse o seu doce pedaço deste apetitoso bolo que se chama Angola. Lusaka, Mombaça, Bicesse e um “pacote” gordo de boas intenções não passaram disso mesmo: intenções que tiveram como  “cereja” amarga no topo do bolo a conquista do poder ou a sua preservação

26/11/2015 18:41:44

ASSINADO EM 1975, ANTES DA INDEPENDÊNCIA O QUE DIZ O ACORDO DE ALVOR?

Foram sessenta  artigos encaixados em onze longos capítulos que conformaram o Acordo de Alvor (Algarve, Portugal), assinado em meados de Janeiro de 1975, cujo objectivo era permitir a obtenção da independência de Angola, prevendo a instauração da paz entre os três principais movimentos de libertação  reconhecidos, nomeadamente o MPLA, a Unita e a FNLA, representados na mesa das “negociações” do futuro do país independente por Agostinho Neto (MPLA), Jonas Savimbi (UNITA) e Holden Roberto (FNLA)

26/11/2015 18:38:48

PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL FOI HÁ QUARENTA ANOS

Passados que são quarenta anos desde que se proclamou a independência nacional, a memória colectiva dos angolanos permanece apegada a um discurso de esperança,prenhe de valores de uma época em que o mundo estava dividido por muros de encantos e desencantos, de ideologias bastas vezes incompreendidas pelos povos que apenas queriam que cada um no seu território vivesse as suas alegrias e tristezas, mas livres e donos do seu destino.Mas,como aconselha o poeta, todos temos de saber “quanto é que custa a liberdade”.E o povo angolano sabe!...

29/10/2015 18:59:02

DEMOCRACIA EM ÁFRICA O DIFÍCIL DILEMA DA ALTERNÂNCIA POLÍTICA

A questão da alternância democrática em África está na ordem do dia numa altura em que se esperam, entre 2015 a 2017 cerca de dezanove eleições presidenciais onde em alguns países se ensaiam manobras e subterfúgios para se rever as constituições de forma a eternizar-se no poder os actuais presidentes. Fala-se hoje em desenvolvimento do continente em democracia que se consolida numa altura em que se conhecem mais focos de instabilidade, violência e outros "bloqueios institucionais" que atropelam a vontade do Povo ver uma África rico em recursos a se erguer sem barreiras.

29/09/2015 11:12:11

PROBLEMÁTICA DOS REFUGIADOS NA EUROPA A VERGONHA DO SÉCULO!

Depois de ajudar a invadir e destruir países; equipar terroristas que deram origem ao EI; apoiado o engodo da Primavera Árabe; a Europa colhe o que plantou

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