África

 
01/02/2017 19:04:10

YAHYA JAMMEH: UMA LIÇÃO DE POLÍTICA AFRICANA

Yahya Jammeh esteve em Janeiro a um pequeno passo de se tornar protagonista de algo que valeria como uma escalada na desfiguração por que a democracia em África tem passado. É verdade que também há ricos exemplos de experiências democráticas, mas ao todo são uma excepção

01/02/2017 19:01:24

GÂMBIA: FINAL PESADO PARA UM DITADOR IRRIQUIETO

A solidariedade africana com o respaldo do Conselho de Segurança da ONU foi determinante para se evitar um banho de sangue que se adivinhava para a Gâmbia onde um ditador irriquieto, Yahya Jammeh, que governava o País há 22 anos com mãos de ferro recusava-se em abandonar o poder após ter perdido as recentes eleições presidenciais, esmagado pelo seu opositor,Adama Barrow que conseguiu 45% dos votos

26/12/2016 07:54:57

ÁFRICA KAGAME ENSAIA RECEITAS PARA O DESENVOLVIMENTO

Paul Kagame, Presidente do Rwanda, pretende guiar reformas para fazer da África um continente similar aos outros tidos como desenvolvidos. Além de unir povos, situa a economia no centro das prioridades. A África deverá ser capaz de dar e receber. O empreendimento tem o próprio país de Kagame como exemplo, hoje reconhecidos os avanços do Rwanda nos domínios da saúde, saneamento do meio, educação e ensino

01/12/2016 19:27:39

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO ACORDO POLÍTICO NADA RESOLVE

O governo de unidade nacional resultante do acordo político na República Democrática do Congo poderá não solucionar a crise. A igreja católica, actor-chave para a harmonização nacional, receia o reacender da violência. A congregação dos opositores pró-Etienne Tshisekedi recusa-se a ser “cúmplice” de actos contrários à Constituição. Rejeita o acordo. Uma “frente” nacional contra o acordo também se ergue. Não quer terceiro mandato para Joseph Kabila

05/11/2016 13:03:41

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO OPOSIÇÃO LIDERA EXECUTIVO MAS TEME KABILA

Na negociação de princípios para um acordo, a oposição na República Democrática do Congo ganha a liderança do Executivo de transição. O regime de Joseph Kabila tira também alguns dividendos. Os opositores podem gerir melhor o processo eleitoral. Vigiam ainda o cumprimento das cláusulas da constituição. Kabila está, por enquanto, em posição confortável por beneficiar de mais algum tempo para chefiar o Estado. Mas tudo isto está longe de garantir a estabilidade política e militar

05/11/2016 12:40:49

CPLP: CIMEIRA NO BRASIL PARA SE ACABAR COM A LETARGIA?

A XI Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), terá lugar em Brasilia, capital do Brasil, na primeira semana de Novembro e está previsto que nela os presidentes de Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, S.Tomé e Príncipe, Portugal  e Timor Leste aprovem a estratégia que possa levar a organização a sair da letargia a que está submetida.

Para o efeito, o encontro cimeiro foi precedido de várias reuniões de peritos e ministros que fizeram levantamento dos pontos fortes que devem ser impulsionados para uma cooperação sadia entre países situados em continentes diferentes e que têm a língua portuguesa como factor de união 

05/11/2016 12:39:34

ALFRED KALISA, EMBAIXADOR DO RWANDA SÓ QUEREMOS A PAZ PARA O POVO DO CONGO

A situação na República Democrática do Congo é realmente complicada porque o calendário eleitoral não foi seguido e isso criou incertezas sobre a forma como o País será governado, uma vez que o mandato do governo existente expira em 20 de Dezembro de 2016"- quem o afirma é Alfred Kalisa, embaixador do Rwanda em Angola que na recente cimeira sobre os Grandes Lagos, realizada em Luanda, ele representou o seu Presidente, Paul Kagame

05/11/2016 12:38:25

CIMEIRA DOS GRANDES LAGOS LÍDERES QUEREM REFORÇO MILITAR NA REPÚBLICA DO CONGO

Os chefes de Estado da Região dos Grandes Lagos apelaram em Luanda aos países membros para que contribuam com mais tropas para a força de intervenção da missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo

02/10/2016 05:50:34

GABÃO: ESTRATÉGIAS POLÍTICAS INCORRECTAS

A violência instalada depois das eleições no Gabão sugere resultar de discursos públicos hostis e de estratégias políticas mal pensadas por parte dos líderes do regime e da oposição. A tese da nacionalidade semeou o descrédito da oposição conduzida por Jean Ping (48,23%), enquanto prisões e perseguições aos adversários diminuíram a confiança dos eleitores na liderança de Ali Bongo (49,80%) 

02/10/2016 05:48:56

CABO VERDE: "CHOQUE DE GERAÇÕES" CRIA EMBARAÇOS NO PAICV

A perca do poder, pelo PAICV, em Cabo Verde, obrigou a um "lavar de roupa" suja que se acumulou devido ao muito tempo no poder, o que está a obrigar várias sensibilidades do Partido a exigirem uma Conferência Nacional para se definir nova estratégia de actuação de uma força política que se não se organizar rapidamente, pode adormecer durante anos na oposição. Para já, depois da derrota nas eleições autárquicas recentemente realizadas, Janira Hoffer Almada, Presidente do PAICV sentiu-se culpada do desaire e colocou o seu cargo à disposição

02/10/2016 05:42:10

CONGO DEMOCRÁTICO: CONFRONTOS SANGRENTOS CONTRA ADIAMENTO DE ELEIÇÕES

Em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, eclodiram, na última quinzena de Setembro, confrontos violentos em função da perspectiva que se abre para o adiamento das eleições presidenciais inicialmente previstas para Novembro do corrente mas só podem vir a acontecer em Dezembro de 2017. Em causa, uma contestação ruidosa à intenção de Joseph Kabila, actual Presidente da República pretender continuar a liderar o País à revelia da Constituição que o impede de concorrer para mais um mandato presidencial.

É uma situação complicada, que já originou centenas de mortos, objectivos públicos e privados destruidos e indícios de uma ameaça à Paz, não só no País mas com tendencias a se alargar para os países vizinhos, mormente Angola que partilha  com a República do Congo uma extensa fronteira comum

02/10/2016 05:39:17

GUINÉ-BISSAU: ACORDO À MARTELO PARA UMA PAZ QUE TARDA

Um acordo cozinhado à martelada por alguns países africanos parece dar folego para a comunidade Internacional acreditar que está encontrada solução para uma Paz definitiva e duradoura na Guiné-Bissau, um País lusofono que observadores dizem que parou no tempo.

No País, os melhores conhecedores dos meandros da crise, estão cepticos quanto a Paz que 

se costurou mas, mesmo assim, aguardam com expectativa o desenvolvimento dos próximos capítulos de uma crise que parece não querer ver o seu fim

02/09/2016 07:13:09

SUDÃO DO SUL: NOVO CONFLITO COM MOTIVAÇÃO ECONÓMICA

Em declarações públicas na altura, o presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, tinha recebido com muitas reservas os acordos de paz de 26 de Agosto 2015. 

Depois dos recentes confrontos armados havidos em Julho, em Juba (Sudão do Sul), os actos assumidos pelo regime e pela rebelião lançam suspeitas, criando a impressão de que os acordos estavam predestinados a gerar novos conflitos

Interesses económicos fundamentam o divórcio entre a ex-rebelião e o presidente do governo de unidade nacional. Salva Kiir reformulou a divisão administrativa do território. Ex-rebeldes, que controlam zonas ricas em hidrocarbonetos, não afastam a opção militar para derrubar o actual regime.  

Ao nomear o influente ex-rebelde Taban Deng Gai para o cargo de vice-presidente e demitir alguns ministros do governo de unidade nacional, o chefe de Estado, Salva Kiir, aprofundou as divisões no seio da rebelião e atiçou o interesse desta pela ressurreição armada.  

02/09/2016 07:10:51

MOÇAMBIQUE: FALTA DE VONTADE POLÍTICA PARA A PAZ

O historiador alemão radicado em Moçambique Gerhard Liesegang defende que o país africano está refém da tradição de um modelo de governação centralizado, apontando a falta de vontade política como o principal problema nas negociações para a paz

28/07/2016 08:13:13

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE: AFINAL, EVARISTO CARVALHO AINDA NÃO É PRESIDENTE

Evaristo de Carvalho,o candidato da Acção Democrática Independente, de Patrice Trovoada, ainda não é o Presidente da República de S,Tome e Príncipe em função dos resultados saídos das recentes eleições presidenciais. Inicialmente, a Comissão Nacional Eleitoral deu-lhe como vencedor do pleito com 50,1% dos votos mas dois dias depois voltou atrás alegando falta de contagem dos votos em algumas circunscrições, o que, depois de contados apurou-se que será necessário uma segunda volta para se saber quem vai governar, como Presidente da República, nos próximos cinco anos.

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